domingo, 1 de janeiro de 2012

2012... Um novo ciclo se inicia! Até quando, mesmo?

Nas semanas que antecedem todos os finais de ano e nas poucas que o sucedem, o ser humano é tomado por uma  espécie de compulsão em ser feliz ( alguns até, em fazer felizes  a pessoas de quem "gostam", ou até que não conhecem).

Lindo isso, não?

Pena que tais sentimentos não se prolonguem na sequência do ciclo.

Sim, porque todo esse processo da vida, que registramos como ANO, de 365 dias, nada mais é do que um aspecto da nossa vida ditada por ciclos, não cumpridos como tal.

Vivemos dias e noites, temos a chuva e o sol, o frio e o calor, os dias que se transformam em semanas, em meses, em anos... em uma vida, que pode ser curta... longa... e nem nos damos conta da sequência cíclica em que acontecem.

Se nos percebermos no decorrer do ano, poderemos constatar que esquecemos que a vida é cíclica e a levamos de uma forma linear, onde a ordem dos dias é acordar, tomar banho, café, ir ao trabalho ou à escola, se der tempo ler as notícias ou estudar, nos alimentamos "como dá", temos uma atividade social no trabalho e fora dele ( quando dá), praticamos alguma atividade física, voltamos paracasa e , lá encontramos nossos filhos, conjuges, pais, mães, avós ( se tiverem a sorte de ainda estarem vivos) e, após umas horas de convívio com a família ( mesmo que diante da televisão), desmaiamos de sono e, assim repetimos o "ritual linear" a nós imposto  ( ou por nós mesmos imposto), até que pintem umas férias, um passeio de final de semana, algo que mude a nossa rotina.

Aquela atenção toda que tivemos em relação ao outro, menos favorecido, aquelas capanhas políticas desejando o MELHOR para o ANO VINDOURO, acompanhada de vinhetas onde caras e bocas dos referidos políticos, pouco transmitiam daquilo que aparentemente sentiam e que , onde apenas alguns cantavam, pra onde foi?

Assim está o ser humano, assim está a política, assim está o mundo.

Pensa-se de forma doentia, age-se de forma doentia e vive-se de forma doentia.

E, se só olharmos sob esse aspecto,  não conseguiremos ter uma perspectiva de que algo possa mudar para melhor o mundo em que habitamos. Isso assusta!

Há poucos anos comecei a estudar a filosofia oriental, mais precisamente a Medicina Tradicional Chinesa e, comecei dali a entender que, ao contrário da linearidade, o ser humano, felizmente está nas mãos da vida em ciclos.

Que, por mais que o ser dedique-se exaustivamente à desarmonia do planeta, para que nele haja o caos e que no caos tudo possa ser desorganizado - para que , na desorganização aconteçam as subtrações de bens materiais, de vidas humanas,  de dignidade e de amor ao próximo está para chegar um novo ciclo,

E , com  nesse novo ciclo  as polaridades Yin  ( a passividade e a tendência ao equil[ibrio e à recepção de novas e saudáveis sementes)   e Yang ( a hiperatividade e a tendência à destruição) - que representam as forças da natureza humana e Universal, digamos asssim e que encontram-se em total desarmonia tenderão a entrar num ciclo de estabilidade, que promoverá a consciência de que o caos deve acabar, para dar espaço à suave, mas não menos forte presença do equilíbrio entre forças destrutivas e forças construtivas.

Por isso se fala tanto em mudança do mundo, em final dos tempos.

O ser humano adquire a sua percepção para  entender os acontecimentos não físicos que ocorrem no mundo.

Seu sexto sentido aflora cada dia mais e, sua força mental pasa a tomar proporções que um dia irão poder fazer frente às forças das armas físicas.

O ser do presente e do futuro será a marca definitiva da modificação da vida no planeta - quem sabe o chamado ser índigo começa a despontar dentro das gerações mais novas ( que começaram a nascer em torno dos anos 50?)


Quem sabe , em futuros anos "Novos" o ser humano esteja , realmente consciente da sua importância na mudança do "mecanismo" do planeta e possa desejar e lutar verdadeiramente para que o novo ciclo, o novo ano tenha,  em suas bases a força de mentes dispostas a curar o homem e com ele o Planeta em que vivemos?

Felizes Novos Anos Índigos!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Samuel Hahnemann (criador da Homeopatia) e as suas Consultas por Carta


Samuel Hahnemann (1755-1843)




Hoje, em pleno século XXI, dizem que as consultas de terapia floral ditas virtuais (por e-mail, skype, msn, conferência eletrônica, etc) não funcionam para o atendimento das pessoas. Que o profissional não tem o “feeling” necessário porque não está em frente ao seu paciente. Então, o que dizer desta carta de Samuel Hahnemann (pai da Homeopatia) ao seu paciente? Leia-a e depois deixe o seu comentário.





Por volta do ano de 1800, Hahnemann (na época, com 45 anos) recebeu uma carta escrita por um alfaite de 42 anos, que era portador de estrutura orgânica delicada e lhe pedia orientação medicamentosa para se tratar de estafa. Naquela época um profissional daquele ofício geralmente era homem culto e ele recorreu ao auxílio de Hahnemann após ter sido desenganado pelos médicos de sua região. Aparentemente sua consulta não foi em vão: consta que viveu ainda por mais de 50 anos após ter recebido a resposta de Hahnemann.






Hahnemann mudava-se muito de domicílio e tratava de uma clientela que lhe era fiel, sendo comum que recebesse solicitações de consultas por carta, solicitações a que atendia também pela mesma via. Não diferente era o Dr. Edward Bach (médico bacterilogista, infectologista, homeopata e criador das essências Florais de Bach) que, nos idos de 1928, também atendia os seus pacientes por carta com excelentes resultados.






Num futuro próximo, a consulta virtual será em 3D, ou seja, terapeuta e paciente estarão lado a lado virtualmente, mas cada um num lugar distante – esta tecnologia fantástica ajudará milhões de pessoas no mundo inteiro onde o espaço, tempo, trânsito, comdições climáticas, etc não serão mais as barreiras para um bom atendimento.






Mas, vamos à carta de Hahnemann e veja o gênio em ação e o quão atual é o seu tema para os dias de hoje (que não o seja para todo o sempre…):






“O delicado engenho humano não foi projetado para o excesso de trabalho. Se algum ser humano assim proceder por ambição, amor ao lucro, ou por qualquer outro motivo pleno de louvor ou de censura, coloca-se em oposição à ordem da Natureza, e sujeita o seu corpo a sofrer dano ou destruição. Tanto mais se o organismo já estiver, por algum motivo, enfraquecido.








Então, meu caro amigo: o que não puderes fazer em uma semana, faze em duas. Teus fregueses podem não estar com paciência para aguardar, mas eles também não podem racionalmente querer que adoeças, ou que morras de tanto trabalhar a fim de satisfazer as vontades deles, transformando tua esposa numa viúva e teus filhos em órfãos. Não é só o aumento do trabalho físico o que está a te prejudicar, mas bem mais a tensão mental concomitante que, por sua vez, novamente afeta o corpo de maneira prejudicial. Se não assumires uma atitude de calma, indiferença, adotando o princípio de viver primeiro para ti mesmo, e só após para os outros, há pouca chance de que te recuperes.







Quando estiveres na tua sepultura os homens ainda estarão vestidos, talvez não com tanta elegância, mais ainda toleravelmente bem. Se fores sábio, podes tornar-se saudável e até mesmo atingir uma idade avançada.








Se algo te importuna, ignora-o; se algo te é demais, não te ocupes com isso; se outros tentam manipular o teu tempo, vai devagar e ri dos tolos que queiram te aborrecer. Aquilo que puderes confortavelmente realizar, realiza; não te molestes com o que não puderes fazer, pois as nossas condições materiais não melhoram através da pressão exercida por sobrecarga de trabalho. Tu apenas te desgastarás proporcionalmente mais com teus afazeres domésticos sem aferir qualquer lucro no final.








Economia e limitação de supérfluos (aqueles bens que quem trabalha duro quase sempre não possui) nos coloca em posição de viver com maior conforto – ou seja, de maneira mais racional, mais inteligente, mais de acordo com a Natureza, com mais alegria, maior tranquilidade e melhor saúde. Por conseguinte devemos agir com mais comedimento, sabedoria e prudência, ao invés de trabalharmos em esbaforida correria, submetendo nossos nervos à constante tensão, que destrói os mais preciosos tesouros da vida: paz no pensamento e boa saúde.





Sê mais prudente, considera a ti mesmo em primeiro lugar e deixa que tudo o mais te seja secundário em importância; e, se porventura afirmarem, em nome da honra, que faz parte de teus compromissos produzires mais do que for bom para o teu potencial físico e mental, mesmo assim, por amor a Deus, não te permitas ser conduzido a fazer o que é contrário ao teu próprio bem-estar.








Permanece surdo à corrupção do elogio, acalma-te e segue teu próprio curso lenta e suavemente, como um homem sadio e sensato. Desfrutar com a mente e corpo tranquilos, esta é a razão para a qual o homem está no mundo, e para trabalhar somente o tanto necessário para conquistar os meios desse desfrute – e não, com certeza, para se deixar consumir e fatigar pelo trabalho.








O eterno esforço e empenho dos mortais de curta visão a fim de lucrar mais e mais, de assegurar uma honra ou outra, de prestar um serviço a esta ou àquela personalidade — tudo isso geralmente é fatal ao bem-estar e constitui causa comum de envelhecimento e de morte precoces.



O homem calmo e moderado, que deixa as coisas fluírem suavemente, atinge o mesmo objetivo, vive mais tranquilo e saudavelmente, e conquista uma boa velhice. Em seus momentos de paz pode haver espaço para acolher uma idéia feliz, fruto de um pensamento sábio e original, que dê um ímpeto lucrativo aos seus afazeres temporais. Lucro bem maior do que pode ser obtido pelo homem sobrecarregado que nunca encontra tempo para concentrar seus pensamentos.








Para vencer a corrida, só velocidade não é suficiente. Empenha-te em permanecer um pouco indiferente, em ser calmo e tranqüilo e então chegarás a ser aquilo que eu desejo que tu sejas. Experimentará coisas maravilhosas; verás quão saudável te tornarás se seguires o meu conselho.








E teu sangue correrá calmo e serenamente em tuas veias, sem esforço ou agitação. Nenhum sonho terrível perturba o sono daquele que se deita para repousar com nervos calmos, e o homem que está livre de preocupações acorda pela manhã sem ansiedade a respeito dos múltiplos afazeres que o aguardam durante o dia.








Para que se preocupar? A alegria da vida lhe é mais importante do que qualquer outra coisa. Com fresco vigor inicia moderadamente teu trabalho e durante tuas refeições nada, nem ebulições de sangue, nem preocupações, nem ansiedade te impeçam de saborear o que o Beneficente Provedor da Vida coloca diante de ti; e assim, um dia se segue a outro em tranquila sucessão, até que, finalmente, com uma idade avançada, chegues ao término de uma vida bem vivida, e repouses serenamente noutro mundo, como neste calmamente viveste.








Isto não é mais racional, mais sensato? Deixa que os homens insaciáveis e autodestrutivos hajam tão irracional e danosamente contra si mesmos quanto o quiserem; deixa que sejam tolos, mas tu deves ser mais sábio.






Não me deixes revelar esta sabedoria a respeito da vida em vão. Quero-te bem.








Adeus. Segue meu conselho e quando tudo estiver bem contigo, lembre-se do Dr. S. Hahnemann.






PS: Ainda que te vejas reduzido ao teu último centavo, permaneça alegre e de bom ânimo. A Providência olha por nós e uma boa oportunidade deixa tudo certo de novo. Quanto necessitamos para viver, para restaurar nossas forças com alimentos e líquidos sadios, ou para nos defendermos do frio e do calor? Pouco mais do que coragem. Quando nós a possuímos, podemos obter o essencial sem muito problema. O sábio não necessita senão de pouco. A energia conservada não precisa ser renovada por remédios”.



Hahnemann viveu 88 anos (1755-1843) numa época onde a esperança de vida era bem mais baixa que os tempos atuais.



Autor: Josef Karel Tlach – Blog do Karel – texto modificado e baseado do site http://alvarork.blogspot.com

segunda-feira, 28 de julho de 2008

CRIANÇAS REIKIANAS

A difusão do REIKI para adultos está cada vez maior, como se somente eles tivessem condições de canalizar a energia universal e doá-la aos seus semelhantes e aos demais seres, vegetais , minerais...No entanto esquecemos que, mais cristalinas que nós e mais abertas para a recepção da energia universal estão as crianças.E como são especiais as crianças de hoje!Se as observarmos com atenção e respeito, entenderemos o quanto percebem as coisas à sua volta, sem que precisemos lhes falar.Para elas a pecepção da energia acontece espontaneamente. Elas simplesmente sentem quando um local ou uma pessoa estão com a energia ruim e falam sobre isso, de uma forma tão natural que até nos surpreendem.Antes mesmo que o REIKI fosse redescoberto por Mikao Usui, na época das civilizações de MU e, mais adiante, de Atlântida, têm-se conhecimento de que as crianças já aprendiam a arte da cura com as mãos, num nível bem simples, mas assim acontecia.E aprendiam porque as civilizações antigas sabiam o quanto a criança, com a pureza de sua alma é tão mais capaz de sintonizar-se com as forças Divinas do que o adulto, já tão fechado em seus problemas e, refratário às percepções de energias mais sutís.E isso não mudou nos dias de hoje. Parece que hoje, mais do que nunca, as crianças já nascem antenadas para o fato de que a sociedade precisa mudar o seu rumo e que elas terão participação direta nessa modificação.Elas sabem disso... com um saber intuitivo... Elas percebem o que não lhes é falado... elas conhecem caminhos que muitos adultos sequer percorreram.E, de forma tão simples entendem a arte de ministrar o REIKI, com a mesma maestria que os iniciados nos mistérios da vida...A criança Reikiana aprende desde cedo a lidar com as próprias energias e a manter-se equilibrada diante das situações difíceis do dia-a-dia.Quando adolescente, o Reikiano atravessa tal fase de forma bastante equilibrada, sem crises , sem sofrimentos, pois já conhece suas emoções e sabe como fazer para controlá-las.Como Terapeuta de crianças e Mestra em Reiki, tenho me dedicado a ensinar REIKI às crianças e aos adolescentes, de uma forma que se motivem e entendam a proposta a eles mostrada . Eles criam muitas coisas a partir de então...As crianças nos ensinam mais a arte de ministrar o reiki, do que propriamente aprendem...E , a cada curso de reiki que ministro para elas saio com um conteúdo mais rico do que o que eu possuía anteriormente...Assim tem sido o nosso crescimento recíproco...Denise C Mahasti.

INICIAÇÃO REIKI EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ERA ATUAL

A proposta de iniciar crianças e adolescentes, na arte de ministrar o REIKI tem como objetivo principal, o de levá-los o mais cedo possível a entenderem a importância da saúde , nas suas vidas e a como cuidarem de sua manutenção.
Outros objetivos não menos importantes: 
1. Permitir-lhes aproveitar os seus potenciais e acreditar neles, antes que os abandonem com o passar dos anos, por sentirem que não têm utilidade para eles. Capacitá-los a conhecer melhor tais potenciais e a saber usá-los de forma construtiva ( percepções e dons extra-sensoriais)

2. Aumentar a sua habilidade em usar o cérebro e suas funções(atenção, concentração, memória, criatividade e aprendizagem.

3. Ajudá-los a lidar melhor com a sua emotividade, tornando-os mais afetivos, diminuindo sua tendência à agressividade, melhorando-lhes a auto-estima.

4- Provocar mudança de hábitos desfavoráveis ao seu desenvolvimento harmonioso ( Tv , computador, vídeo... e outras ocupações prejudiciais em excesso, ou de forma compulsiva)

5- Levá-los a aprender a disciplinar a sua mente e, a partir de então, a tornarem-se mai sequilibrados nos planos mental, psicológico e espiritual, levando à saúde orgânica e, portanto integral.

6- Na adolescência, dar-lhes mais estrutura emocional para superarem as crises da idade, capacitá-los a fazer escolhas com mais segurança, seja no âmbito profissional ou no afetivo.

Para refletir:POR QUE NÓS ADULTOS TAMBÉM NOS SENTIMOS IMPELIDOS A BUSCAR RECEBER E/OU PRATICAR O REIKI

Denise Conte